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View Full Version : Neo-Hititas em Portugal



RCO
12-15-2018, 11:38 AM
O livro Neo-Hititas em Portugal, de Augusto Ferreira do Amaral, torna-se bem atual com as descobertas genéticas revelando conexões entre a Anatólia e o Mediterrâneo. As últimas pesquisas sobre os Baleares e a Itália indicam interessantes movimentos (CHG, Iran).
Obra reconhecida em 2005 pela Academia Portuguesa da História com o Prémio Aboim Sande Lemos.
Conhecem-se já perto de uma centena de inscrições em pedra, datáveis de entre os séculos VIII e V antes de Cristo, contendo uma escrita semi-alfabética - a chamada escrita do Sudoeste - que é provavelmente das mais antigas da Europa continental. Na sua grande maioria foram achadas no território português do Baixo Alentejo e Algarve.
Na presente obra propõe-se a identificação da escrita e da língua que revela, bem como a tradução da maioria das inscrições. A escrita será oriunda do sudoeste da Anatólia. E a língua será indo-europeia anatólica, muito próxima do luvita e do hitita.
A ser assim, haverá que rever a história da Antiguidade Mediterrânica pré-clássica e das origens do alfabeto.

https://www.aletheia.pt/products/neo-hititas-em-portugal#
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_do_sudoeste

konian lusitanum
03-29-2020, 05:41 AM
sumerians homem sumerians esses sao os verdadeiros indoeuropeus pois eles vieram da india pra sumer eles descobriram o farming a roda e parece que ate descobriram o dinheiro e o peso tambem os gajos descobriram tudo ate a astronomia , foram eles ou seus ancestrais que contruiram todos os menirs

jose luis
03-13-2022, 06:23 PM
O livro Neo-Hititas em Portugal, de Augusto Ferreira do Amaral, torna-se bem atual com as descobertas genéticas revelando conexões entre a Anatólia e o Mediterrâneo. As últimas pesquisas sobre os Baleares e a Itália indicam interessantes movimentos (CHG, Iran).
Obra reconhecida em 2005 pela Academia Portuguesa da História com o Prémio Aboim Sande Lemos.
Conhecem-se já perto de uma centena de inscrições em pedra, datáveis de entre os séculos VIII e V antes de Cristo, contendo uma escrita semi-alfabética - a chamada escrita do Sudoeste - que é provavelmente das mais antigas da Europa continental. Na sua grande maioria foram achadas no território português do Baixo Alentejo e Algarve.
Na presente obra propõe-se a identificação da escrita e da língua que revela, bem como a tradução da maioria das inscrições. A escrita será oriunda do sudoeste da Anatólia. E a língua será indo-europeia anatólica, muito próxima do luvita e do hitita.
A ser assim, haverá que rever a história da Antiguidade Mediterrânica pré-clássica e das origens do alfabeto.

https://www.aletheia.pt/products/neo-hititas-em-portugal#
https://pt.wikipedia.org/wiki/Escrita_do_sudoeste

O autor escreve com erros gramaticais (também eu), parece estar a relatar as 24 horas de Le Man, não é da área (o curso dele é economia), e tem outro livro onde também mete os Indo-Arianos da Índia, ao barulho. Embora haja esse fluxo genético do Irão-CHG, no Mediterrâneo Ocidental, à outras fontes arqueológicas e históricas que permitem outros 'pilotos das 24 horas de Le Man' correrem no sentido oposto, como por exemplo, Fernando Rodrigues de Almeida: *Sobre a origem da língua portuguesa: o erro original, https://www.academia.edu/44914945/Sobre_a_origem_da_l%C3%ADngua_portuguesa_o_erro_or iginal_Sobre_a_Origem_da_L%C3%ADngua_Portuguesa_O_ Erro_Original?email_work_card=reading-history ;*Palavras portuguesas de origem fenícia, https://www.academia.edu/8964454/Palavras_portuguesas_de_origem_fen%C3%ADcia?email_ work_card=reading-history ; Sobre a origem da língua portuguesa, https://www.academia.edu/11355776/Sobre_a_Origem_da_L%C3%ADngua_Portuguesa?email_wor k_card=reading-history . Este Fernando Rodrigues de Almeida, vem na linha do Moisés Espírito Santo que apontava para a religiosidade popular portuguesa (aquelas pequenas crendices da nossa aldeia, que por serem segredo, a gente pensa que só se praticam na nossa região) ter origem no Levante. Certamente que as populações da Galécia e Lusitânia começam por aprender dos capatazes, etc. as palavras de latim funcional com um mínimo de gramática. Como as tribos foram todas mixturadas a população entender-se-ia com essas palavras misturadas com o fenicio-cartaginês que seria a língua franco-comercial no litoral português. Até as línguas celticas das Ilhas Britânicas e Bretanha (nas celticas mortas não podemos averiguar), coincidência ou não, têem caraterísticas estruturais que, em todo o mundo, só existem nas línguas afro-asiaticas (fenício...) [Insular Celtic languages, https://en.m.wikipedia.org/wiki/Insular_Celtic_languages ]. Assim como há que questionar esses latinismos todos, penso que também há por aí muitos celtismos postiços (pós renascença).